“O planeta terra sofre agressões devastadoras”
- Luiz Kohara

- 14 de jan.
- 2 min de leitura
Injustiças climáticas e sociais na COP 30, em Belém/PA

Com uma grande festa e a presença de amigos e amigas, Cristina Bove celebrou, no dia 5 de dezembro, 61 anos junto aos brasileiros e 80 anos de seu nascimento.
Especial para O Trecheiro, Luiz Kohara que esteve nas comemorações dessa importante data, juntamente com sua esposa, Carmela, conversou com ela.
Maria Cristina Bove Roletti, veio do Uruguai com 19 anos para trabalhar com pop rua e crianças e adolescentes que estavam nas ruas de Recife/PE, na Organização de Auxílio Fraterno – OAF, onde começou a fazer parte da Fraternidade das Oblatas de São Bento.
Luiz Kohara - O que motivou a vida da jovem Cristina para o Brasil?
Eu vim do Uruguai com 19 anos e vim em busca de conhecer melhor e poder partilhar a vida com aqueles que vivem a vida em situação de vulnerabilidade social. A partir daí eu fui me encantando e conhecendo também a comunidade das Oblata de São Bento e acabei me comprometendo com o grupo, com a comunidade e assumindo a vida religiosa.

Luiz Kohara - O que significa para você essa longa caminhada com as pessoas que estão em situação de rua?
Caminhar junto com a população de rua e com os catadores/as de material reciclável foi um aprendizado na vida que me serviu para poder estar numa permanente dinâmica de conversão da vida. Cada vez que a gente vê a situação de desigualdade, injustiça e falta de possibilidade que a população vive, realmente temos que nos impactar e nos comprometer cada vez mais com o bem-estar, uma vida mais digna para as pessoas.
Luiz Kohara - Quais são os desafios daqui para frente?
Os direitos ainda não acontecem! A gente percebe que com a população de rua e os catadores/as ainda tem muito para ser feito. Eles reivindicam, são pessoas que reivindicam e lutam pela vida e ainda não tem seus direitos garantidos. O direito à moradia, direito ao trabalho, direito à saúde.




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